Abas

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Entrevista com Edi (18/09/2018)




Edinei Aparecida Sanches ou simplesmente Edi como gosta de ser chamada, nasceu na cidade de Olímpia em São Paulo em 23 de abril de 1945. Viúva faz 10 anos foi casada com Augusto Sanches. Tem duas filhas: Kellen Regina Sanches, Cátia Cilene Sanches também, Lavínia, sua netinha, que segundo a Edi é a alegria da casa e seu genro Marcelo. Trabalhadora da Fraternidade Irmã Dolores desde 2002, exerce diversas atividades: coordenadora de estudos, atendimento fraterno, palestrante, fez também parte da Diretoria. Personalidade alegre, animada, espontânea e contadora de “causos”; faz com que nos sintamos mais motivados para o conhecimento da Doutrina Espírita. Nosso grande agradecimento pelo trabalho que realizou e continua realizando nesta Casa.

1) FID – Edi, conte um pouco de sua vida quando era criança, especialmente relacionado a Espiritualidade.


Quando criança, morava em um sítio e sofria com a mediunidade sem saber. Ouvia batidas, móveis arrastando, janela batendo, até o berço balançava. Sofria dores de cabeça violentas, remédios não resolviam. Foi uma infância muito difícil. Aos 12 anos, viemos para São Paulo, morávamos nos fundos da Igreja Nossa Senhora do Pilar. Fui criada com os ensinamentos do catolicismo. As dores de cabeça continuavam fortes chegando, algumas vezes ,a desmaiar.  O padre acabava me benzendo e me sentia melhor. Foi um martírio até os 19 anos, quando o Frei Flávio me disse: “ Filha, não adianta, seu lugar não é aqui! Procura um centro espírita, vai melhorar!”.

2) FID - Fale-nos como foram seus primeiros envolvimento com a Doutrina Espírita.


Fui procurar um centro, depois que o Frei me aconselhou, eu não conhecia nada de mediunidade e acabei num centro de Umbanda. Lá me disseram que precisava trabalhar, mas tinha medo . Fui a igrejas evangélicas, onde expulsavam o demônio, até que achei um centro kardecista e foi então que meus caminhos começaram a se abrir, após trabalhos de doutrinação, tive o conhecimento dos fundamentos da doutrina, o que eram espíritos obsessores, por exemplo. Ao conhecer o Augusto, meu marido, comecei a entender e me desenvolver cada vez mais levada pelo cunhado do Augusto que era kardecista. Estava na época com 27 anos.

3) FID – Quando chegou a Fraternidade Irmã Dolores e como eram os estudos naquela época?

Morava em Londrina, no Paraná. Cheguei em São Paulo no ano de 2002. Cheguei à FID por indicação. Na época, estudavam o Livro dos Espíritos e eu vim conhecer. Confesso, não gostei do método! Em Londrina, no Centro Espírita Nosso Lar, os estudos eram mais dinâmicos, na FID não era assim. Ficavam, às vezes, uma aula inteira discutindo uma única questão , não me acostumei , e saí do estudo, mas resolvi participar do grupo público, com Ancila e o Sr. Pedro, às terças-feiras.

4) FID – O que trouxe de novidade para dinamizar mais os estudos, quem a inspirou a mudar o método de estudo?

Estudávamos muito no C.E. Nosso Lar em Londrina, Eu tinha todas as apostilas. Na época, o Sander era do departamento doutrinário e eu apresentei a ele as apostilas. Propus tentarmos implantar aquele tipo de estudo, mais dinâmico. Aceitaram a sugestão e implantamos o estudo do ESDE. Começamos um grupo dia 27/03/04 e foi até 29/07/06. Daniel Saes sugeriu o nome do grupo de “Leon Denis” e todos concordaram. Quem me inspirou a mudar o método foi: Astolfo Olegário de Oliveiro quem considero meu mestre. Grande trabalhador e colaborador da doutrina em Londrina. Astolfo é diretor de redação do site espírita” O Consolador” e participante ativo em vários outros meios de divulgação da doutrina de Kardec.

5) FID – Há integrantes dos grupos de Estudos desde o início? Poderia citar alguns nomes?

Sim, vários integrantes que estão desde o início: Elenice Augusto, Liamar, Zuleide, Sylvio Escada, Jaciara, Ana, Cida Massari, Carlos, Roberto, Elisabete Córdova. Todos fizeram as obras básicas. Eram 29 pessoas. De 2006 pra cá já teve muita gente, porque as pessoas podiam estudar sem precisar fazer iniciação. Todos são importantes, não haveria estudos sem eles.

Alguns dos integrantes do grupo de estudo desde o início em 2004: Anastácia, Gabriela, Elisabete, Elenice, Alice, Edi, Kellen, Marisa, Cida, Inês, Liamar, Jaciara, Ivan, Cláudio, Sílvia Regina, Sylvio e Flávio.


6) FID – Como você faz para montar as apostilas?

Escolho o livro pelo espírito que psicografou. A medida que vou lendo, formulo as perguntas procurando não espaçar muito as questões para forçar os estudantes a ler o livro na íntegra. Tenho, graças a Deus, muita intuição na formulação das questões de livros mais difíceis de compreensão. Fico feliz, pois o pessoal estuda mesmo! Hoje, estamos estudando a Revista Espírita 1858 e está dando certo este método e servindo também a outros grupos.

Grupo de estudo de sábado com os participantes: Edi, Flávio, Pedro, Mileide, Sylio, Liamar, Alice, Inês Marin, Cida Massari e também Inês Genaro e Sandra.




7) FID – Qual a importância de estudar a Doutrina Espírita para o desenvolvimento do ser humano?

A Doutrina espírita é esclarecedora, ajuda a entender nossas dificuldades nessa encarnação, a ter paciência com as pessoas de nosso convívio  e com aqueles que por algum motivo cruzam o nosso caminho. A doutrina nos ensina a moral cristã: que devemos fazer ao outro o que queremos para nós, porque existe a lei do retorno. Acredito que o ser humano que cresce na doutrina espírita consegue enxergar mais claramente o certo e o errado, somos seres em evolução. Temos que agradecer a Deus pela oportunidade de estarmos envolvidos com a Doutrina.

8) FID – Faça suas considerações finais.

Como espíritas sabemos o quanto somos imperfeitos, o quanto ainda temos para aprender. A cada dia, dou graças a Deus por poder fazer parte dessa grande família que é o Kardecismo. Dentre tantas coisas pelas quais já passei, aprendi e aprendo todos os dias. Cada um de nós é importante na grande obra de Deus e cada um de nós tem o seu tempo certo de entendimento e oportunidades de aprendizagem na grande escola da Terra.

Grupo de estudos de terça - feira Leon Denis. Coordenadora: Edi. Participantes: Beatriz, Cida Massari, Eliana, Flávio, Magali, Magda, Sílvia Carvalho, Sílvia Regina, Sônia e Willians. Grupo criado em 06/05/2013.


segunda-feira, 9 de julho de 2018

Entrevista com Ancila Rodrigues (03/04/2018)


                                Ancila Escolástica Rodrigues, completa 79 anos dia 01 de julho.

    Trabalhadora incansável do movimento Espírita, para ela não há desânimo, tem como lema: “Quem persevera, vence”. Está pronta para exercer qualquer tarefa que lhe é proposta, entre as atividades exercidas: Diretora de Doutrina, coordenadora de estudos, reuniões públicas e a mais constante função é a dos bazares, onde está à frente desde o início da Fraternidade Irmã Dolores. A D. Ancila agradecemos pelo compromisso e dedicação em prol da Nossa Casa.

     1)      FID – Quem é D. Ancila? Conte-nos sobre sua vida, família, trabalho...

    Nasci em São Paulo, venho de família católica, mas não convicta, minha mãe era médium, não sabia ler nem escrever, nunca estudou, mas tinha mediunidade, ajudou muitas pessoas e desde pequena eu a via trabalhar. Aos treze anos comecei a costurar e consegui me formar em Corte e Costura mais tarde, trabalhei uns vinte anos para fora. Casei-me aos dezenove anos e fiquei viúva após convivência de trinta e nove anos, tive quatro filhos: Marta, Adriana, Oscar e Mauro. Alguns foram mais atuantes na doutrina como a Marta que está desde pequena, foi até Evangelizadora, os demais acreditam , têm fé no Espiritismo, fazem o Evangelho e têm conhecimento da Doutrina. Cada um tem seu modo de ser, nunca obriguei ninguém a nada, somente quando eram crianças levava-os a Evangelização com o Juca. 

    2)      FID – Quando e como conheceu a Doutrina Espírita?



    Eu sempre tive minha mãe como modelo, ela tinha mediunidade e foi me guiando, me amparando e me socorrendo desde menina. A mediunidade fez parte da minha vida através da minha mãe, ela trabalhava em casa junto com minha tia e com meu pai como dirigente. Meu pai era simpatizante do esoterismo, lia livros, era Espiritualista, honesto, sincero. Trabalhavam os três juntos. Pessoas conhecidas e familiares vinham em busca de orações, bênçãos e conforto. Não havia estudo e não havia entendimento direito, isso gerou um mal estar, quando certa vez a tia recebeu um Espírito e este fez uma brincadeira, meu pai chamou atenção do Espírito e a tia chorou achando que a repreensão era para ela, desde este incidente meu pai deixou de ser dirigente. Conheci outro Centro quando namorava, ficava no Alto do Ipiranga, lá havia passes, faziam o Evangelho, passavam um pouco de ensinamento, fiquei muitos anos nesta Casa.

     3)      FID – Conte-nos como iniciou os bazares na Fid, as dificuldades e as conquistas.

    Sempre houve bazares, no início da Fid eram em outro lugar, a nossa companheira Lúcia junto com D. Iraci foram às precursoras desta atividade e eu comecei a participar fazendo panos de prato, costurava roupas e, etc. desde 1971. Passaram pelos bazares muitas colaboradoras, algumas tiveram grande atuação como a D. Encarnação, D. Angelina e D. Otília (todas já estão no plano espiritual), elas contribuíram demais com seus artesanatos, faziam peças de crochê, bordavam sempre com muito carinho e capricho. Nunca parei de cooperar, de contribuir. Mudamos de local e eu fiquei a frente, independente das “crises econômicas”. Atualmente, contamos com a valiosa contribuição de Lêda, Elenice, Magali, D. Nena e D. Maria dos Reis entre outros. Temos que perseverar sempre.



    4)      FID – Considera as atividades espíritas importantes no desenvolvimento do ser humano?

    Sim, estou na Fid há tanto tempo, não quero que esta Casa feche suas portas porque fui muito ajudada e tive o entendimento do que é o Espiritismo graças ao Sr. Antônio Leite.   No início da Fraternidade o Sr. Antônio realizava palestras, o Juca e Sander também participavam desta atividade. Estudamos as obras básicas a começar pelo “Livro dos Espíritos”, o qual estudamos por quatro anos questão por questão. Pude compreender algumas questões da minha vida, dizia a mim mesma: “Por que não conheci este Livro há mais tempo?”. Mas, chega tudo ao seu tempo e de lá pra cá nunca parei de estudar e entender a Doutrina. Quando tomava passe com minha mãe o Espírito comunicante perguntava se queria alguma coisa e eu não falava nada, não pedia nada e a Espiritualidade dizia “Persevera, quem persevera , vence” e esta frase passou a ser meu lema. Minha mãe era perseverante, todos os dias às 6 horas da manhã, estava sempre em sua mesa com os papéis das pessoas que pediam preces e orações. Eu ficava como assistente, e ela conseguia doutrinar os Espíritos, se comunicar com eles, tinha o entendimento. Acredito que toda essa faculdade não é só desta encarnação, fatos aconteciam para provar a minha mãe que realmente a reencarnação existe, mesmo ela não sabendo ler nem escrever.





            5)      FID – Suas considerações finais


        Temos que trabalha em benefício do próximo, fazendo a divulgação da Doutrina Espírita porque o mais importante é conhecê-la, como Emmanuel nos fala: A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é ensinar a Doutrina Espírita. Cada vez mais se fala sobre o Espiritismo através da Mídia, nas novelas e nos filmes, hoje é mais fácil   porque não há tanto preconceito como antes. Podemos aproveitar este momento para propagar mais a Doutrina. Não há o que temer quando procuramos praticar o que está no Evangelho deixado por Jesus e por toda a codificação de Allan Kardec. 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Entrevista com Maria Helena Rita Perales (19/12/2017)




            Maria Helena Rita Perales foi dirigente da Fraternidade Irmã Dolores. Durante doze anos participou da Diretoria da FID, além, de exercer outros cargos e diz "...cargos são instrumentos de trabalho para ajudar o próximo".


1 – Fid – Fale-nos um pouco sobre você.

Nasci na cidade de São Paulo, no bairro da Mooca, minha família tradicionalmente católica. Meus pais tiveram quatro filhos (3 mulheres e 1 homem),  sou casada tenho dois filhos  (Gláucia e Vinícius)  uma neta Beatriz. Quando fui para escola primária, percebi que havia diferenças entre as pessoas, em suas condições financeiras. Isso me deixou triste e me marcou até hoje. Saber das desigualdades me levou a ser Assistente Social, com um sonho de juventude de transformar o mundo em um lugar melhor. E sempre procurando entender o que é Deus, onde está a sua justiça e seu amor por nós. Só consegui compreender, quando um casal amigo me convidou para visitar um centro espírita, no qual aprendi a doutrina espírita.

2 - FID – Quais as primeiras tarefas relacionadas a Doutrina Espírita?

Na Casa Espírita que comecei a frequentar, o início era o estudo do ESDE (Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita). Com a conclusão do estudo, passei a participar dos grupos mediúnicos.

3 - FID – Quando chegou a FID? E quais as atividades executadas nesta Casa?

Em 1990, um dia passando em frente da FID , entrei e me informei sobre as atividades da casa. Comecei a participar do trabalho público de terça-feira à tarde, a coordenadora era D Ancila. E na quarta-feira à noite, o coordenador era o Juca. O trabalho era em duas partes: primeiro se estudava algumas questões do livro dos Médiuns, em seguida havia uma experimentação da mediunidade. Este trabalho era para os iniciantes na casa. Passado um período, se você tivesse condições, era convidado para participar dos outros grupos mediúnicos. Em 1993 passei para o grupo mediúnico de segunda-feira, coordenado pela D Iolanda. Durante alguns anos só havia seminários, dos quais participei. Em 2004 iniciou um grupo de estudo aos sábados, com coordenação da Edi. Eu fui a sua auxiliar até 2010 , quando passei a coordenar alguns grupos de estudo de obras básicas. De 2007 até 2014 coordenei o trabalho público do sábado. Na mesma época iniciou o grupo mediúnico do sábado, coordenado pela a Edi, fui por algum tempo a sua auxiliar. Em 2005 iniciei na diretoria, ficando até 2017.

4 – FID – Entre as funções da FID, você esteve na Presidência da casa, durante quanto tempo?
Quais foram as maiores dificuldades e conquistas?

 Durante três gestões de 2007 à 2013 estive a frente deste cargo.
Com a saída do companheiro JUCA, a estrutura que havia deixou de existir, os iniciantes não tinham mais uma preparação. O que nos levou a idealizar uma estrutura de acolhimento para as pessoas que chegassem a Casa, que tivessem um atendimento fraterno, uma orientação e conhecessem o Espiritismo, através dos cursos de Obras Básicas, e em 2010 esta proposta foi concretizada.
Também conseguimos implementar o nosso Regimento Interno, o qual contém as diretrizes para todos os trabalhos da FID.
E, para proporcionar um ambiente organizado, funcional e acolhedor, realizamos diversas reformas no nosso prédio.
Quanto à administração, para os documentos da Fid utilizamos uma pequena sala no mezanino, onde está tudo arquivado, organizado e atualizado de acordo com a legislação vigente.
Foram dias de muito trabalho e dedicação de vários trabalhadores, mas muito gratificante com todas as realizações.

5 - FID – Qual o desafio para manter uma Casa Espírita?

Há vários.
Com relação à doutrina, manter-se dentro dos princípios espíritas, sem deixar que modismos atrapalhem o bom andamento da casa, mas buscando se atualizar.
Com relação a administração, manter-se em dia com as leis que regem as organizações religiosas, para que a casa não corra o risco de pagar multas ou até mesmo fechar.
A parte financeira, tão necessária para manutenção, reformas e atividades. Em nossa casa contamos com a boa vontade e colaboração de diversas pessoas para que ela permaneça aberta.


6 – FID – Em que medida as atividades na Casa Espírita contribuem para o desenvolvimento do ser humano?

Ao chegar em uma Casa Espírita e começar a participar das palestras, seminários, grupos de estudo… Aos poucos as pessoas vão aprendendo o que é o espiritismo, sua filosofia, sua ciência e seu esclarecimento sobre os ensinamentos de Jesus. As pessoas vão compreendendo o porquê da vida, de onde viemos, porque estamos aqui (passando por diversos desafios) e para onde iremos. Compreende também que cada pessoa é responsável por si, que dela depende criar condições para sua felicidade.

7 – FID – Quais as personalidades desencarnadas que marcaram a trajetória da FID nestes 52 Anos de existência?

 Eu estou há 28 anos na casa, neste tempo conheci muitas pessoas que já desencarnaram, mas as que me marcaram foram: o “Juca” (Joaquim Soares), que gostava de prosear como eu,  a Iolanda dedicada e estudiosa da doutrina, o Sr. Pedro, pessoa de uma generosidade enorme, e  dona Elisa, sua esposa. São pessoas que realmente fizeram muito.  A Fid completou 52 Anos , devemos uma boa parte a eles.

8 – FID – Tem alguém (ns) trabalhador(es) que você gostaria de destacar; pela dedicação, perseverança durante todo esse tempo de Fraternidade.

Nesta questão tem uma pessoa muito especial,  a D. Ancila , do seu jeito simples mas acolhedor e toda a sua boa vontade. Quando comecei na Fid, nas palestras de terça-feira, ela era única palestrante, era muito bom um ambiente amigo. É um exemplo de trabalhadora espírita a ser seguido, porque não se importa com o que tem que ser feito, ela faz. Não importa o cargo, mas a Doutrina e a Casa são mais importantes; e é isso que aprendi com D. Ancila e procuro segui-la. Ela já fez todos os tipos de trabalhos, participou de tudo, sempre com alegria e dedicação.

9 – FID – Considera importante a união entre os espíritas para o desenvolvimento das Casas e do movimento da USE.

Acho importante a união das Casas, porque permite essa troca de ideias, o que deu certo em determinada Casa pode auxiliar outras. Assim aprendemos uns com os outros e podemos nos ajudar em algumas questões, caracterizando a união. Todas para um mesmo fim: vencer os desafios do dia-a-dia e propagar a Doutrina Espírita.

10 – FID -Suas considerações finais.

Em primeiro lugar agradeço a Deus, aos mentores da casa e a espiritualidade; pela oportunidade dos trabalhos.
Sempre tive em mente o cap. Do Evangelho Seg. Esp. “ Os Trabalhadores da Última Hora”, mais especificamente a mensagem do Espírito de Verdade - Os Obreiros do Senhor ( ….felizes serão aqueles que tiverem trabalhado na seara do Senhor com desinteresse e sem outro móvel senão a caridade…) Para mim cargos na Casa Espírita, devem ser assumidos com responsabilidade, pois são instrumentos de trabalho para ajudar o próximo. O maior pagamento é ver as pessoas melhores de quando chegaram.
Quero deixar também um agradecimento a todos que contribuíram de alguma forma para a realização de todas as tarefas.
E um agradecimento muito especial a um grupo de trabalhadores, que não pouparam esforços tanto nos momentos bons como nos difíceis para que tudo se realizasse.
D. Ancila, Gláucia, Mirna, Elenice, Renilton e Jaime.
Meu muito obrigado!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Dor

A​ ​dor​ ​é​ ​instrumento​ ​de​ ​burilamento​ ​seja​ ​do​ ​espírito​ ​em​ ​experiência​ ​na​ ​carne​ ​ou​ ​fora​ ​dela,​ ​isto​ ​em um​ ​planeta​ ​de​ ​provas​ ​e​ ​expiações.​ ​A​ ​necessidade​ ​do​ ​sofrimento​ ​para​ ​reerguimento​ ​do​ ​indivíduo pode ser​ ​suprimida pelo​ ​trabalho​ ​,​ ​pela​ ​caridade,​ ​pela​ ​ajuda​ ​ao​ ​próximo...​ ​Quando​ ​a​ ​maior​ ​parte​ ​dos​ ​espíritos​ ​ligados​ ​a este​ ​orbe​ ​compreenderem​ ​que​ ​podem​ ​optar​ ​pela​ ​ação​ ​e​ ​pelo​ ​amor​ ​a​ ​todos​ ​como​ ​força​ ​para​ ​o crescimento​ ​individual​ ​e​ ​coletivo,​ ​o​ ​planeta​ ​estará​ ​a​ ​um​ ​passo​ ​da​ ​regeneração. Compreendam​ ​bem​ ​isso​ ​e​ ​​ ​levem​ ​esse​ ​entendimento​ ​àqueles​ ​que​ ​estejam​ ​próximos​ ​a​ ​vocês para​ ​que​ ​todos​ ​conheçam​ ​uma​ ​forma​ ​melhor​ ​de​ ​elevação​ ​e​ ​ajuda. Entendam​ ​a​ ​lei​ ​da​ ​reparação​ ​como​ ​algo​ ​a​ ​ ​fazer​ ​não​ ​como​ ​algo​ ​a​ ​sofrer. Sejam​ ​sempre​ ​paz,​ ​sejam​ ​felizes,​ ​trabalhem,​ ​amem​ ​e​ ​continuem​ ​no​ ​bem. ​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​
 ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​ ​​                                                                ​​ ​​ ​​ ​​ ​Irmão​ ​Lucas   28/10/2017





sábado, 9 de dezembro de 2017

A Partir de Hoje

Hoje, somente hoje resolvi enfrentar meus desatinos.
Se todos conseguem, porque eu não vou conseguir?
Hoje, somente hoje vou recuperar meu sorriso.
Por que ele andava tão escondido?
Por que muitos sorriem quando o coração aperta?
Hoje, somente hoje vou andar a passos largos.
Todos procuram um lugar melhor para ser feliz.
A felicidade existe.
Ela está tão perto!
Pessoas boas entrarão em nossos caminhos.
Basta abrirmos o coração para que elas se aproximem e sejamos felizes.
Vamos, levante a cabeça e olhe ao seu redor.
Certamente alguém muito especial também te aguarda.
Abra seus olhos para a felicidade plena.
A felicidade existe sim.
Vivamos um dia após o outro, não atropelando nossas atitudes.
Viva com amor e seja feliz.


Espírito Amigo



Mensagem psicografada por AP, no dia 24/09/2016, na Fraternidade Irmã Dolores

domingo, 3 de dezembro de 2017

Escolhas

Nos trabalhos mediúnicos, na seara do Mestre, nos deparamos com todos os tipos de criaturas. Muitas delas sofredoras e muitas que, devido a sua pequeneza, fazem outros sofrerem, regozijando-se da infelicidade alheia. No entanto, tudo o que acontece a cada criatura do Senhor encontra-se em concordância com a Sabedoria Maior. Cada ser que sofre, aprende com seu sofrimento. São lições e aprendizados difíceis e dolorosos, mas inerentes à evolução do indivíduo. Àqueles que zombam por fazerem seus irmãos sofrerem, saibam que nada mais são que instrumentos dos desígnios de Deus. Porém, a partir do momento que se submetem a sacrificar outrem, arrastam para si, as mesmas dores de suas vítimas. Deus nos oferece a razão e a escolha, raciocina sobre tuas escolhas para não lamentares teu aprendizado.

Espírito Amigo

Mensagem psicografada por ECP no dia 24/09/2016-Sábado, na Fraternidade irmã Dolores